"Quarenta anos: não quero faca nem queijo. Quero a fome." Adélia Prado escreveu em julho de 1976. E cá estou eu, parafraseando-a em janeiro de 2026. O mês do avesso do avesso, da rotina um tanto quanto insalubremente divertida. O ano que começou me revirando a alma e trazendo a Alma. Palco, coxia, bar, hotel, madrugadas, música, choro e risada. E como não posso caber na estante, agora, parafraseando Clarisse, "já que sou, o jeito é ser". Oi vida, eu tô aqui! (Francis Helena Cozta)
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